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Conheça (X) tendências em alimentação para oferecer aos seus clientes

Com tantas campanhas para a adoção de hábitos mais saudáveis, cresce o número de pessoas seguindo tendências em alimentação mais nutritiva, natural e livre de agrotóxicos e outros aditivos nocivos. Mas, além disso, a população está em busca de mais praticidade.

Pela lógica do mercado, se o público consumidor cresce, também cresce a concorrência para oferecer o que as pessoas procuram. Nessa jornada, sai ganhando quem tem o melhor produto e o atendimento mais original e personalizado.

Os clientes estão mais exigentes e procuram informações nos rótulos — sem falar nas pesquisas prévias antes de optarem por um produto. É preciso estar preparado para atender às novas e diversificadas tendências e exigências também nas feiras. Neste post, apresentamos 8 dessas tendências que já são parte dos novos hábitos de vida e necessidades de longevidade e bem-estar. Acompanhe!

1. Entrega de alimentos frescos

Muito se fala em comida de verdade. Essa expressão já se popularizou e invadiu o dia a dia de um grande número de adeptos. O lema dessa onda é: “mais mercado e menos supermercado” e está de acordo com o consumo de uma alimentação “mais real”, natural e fresca possível.

Essa é uma oportunidade de crescimento para redes de restaurantes e chefs criativos, que saibam explorar sabiamente esse movimento para atrair clientes com esse perfil.

O consumo de comida industrializada está em declínio e pode favorecer restaurantes que souberem pegar carona nessa tendência, oferecendo pratos com ingredientes frescos e também orgânicos. É aí que as feiras podem formar parcerias bem interessantes.

2. Alimentos crus

Essa orientação está diretamente relacionada à anterior, no entanto, os alimentos são totalmente crus, ou seja, é matéria-prima abundante nas feiras. São os legumes, as frutas, as oleaginosas de todos os tipos, peixes e carnes, e os ricos em amidos.

Os alimentos crus são mais saudáveis, uma vez que conservam melhor os nutrientes. O não cozimento ajuda a manter a integridade das proteínas, dos lipídios, das vitaminas, dos carboidratos, dos minerais e outros componentes.

Além de saudáveis, eles contribuem com uma apresentação muito mais atrativa para os pratos, e os chefs podem abusar da imaginação para aguçar os sentidos dos clientes.

3. Resgate de técnicas artesanais

Na esteira da busca por um estilo de vida mais saudável está o resgate de técnicas simples e artesanais da fabricação de produtos locais, que remetem a uma época com menos aditivos e truques para “maquiar” a comida.

As pessoas estão se cansando de consumir produtos muito elaborados, de origem obscura, sem muita informação clara sobre os ingredientes e aditivos. A desconfiança nos métodos da indústria alimentícia está levando muita gente a preferir o modo artesanal de produzir queijos, pães, iogurtes, manteigas e outros alimentos.

Essa redescoberta está levando os consumidores a adotarem a fermentação natural, por exemplo. Nesse cenário, panificadoras e restaurantes já oferecem massas, pães e pizzas feitos dessa maneira. É, sem dúvida, um claro retorno ao método antigo dos nossos avós — que assim viviam por falta de recursos tecnológicos, mas, viviam muito bem.

Nesse contexto, as feiras nunca estiveram tão em voga. Para uma sociedade saturada pela industrialização, essa nova “velha” onda renasce com um significado substancial, apoiada na preocupação com a qualidade do que ingerimos.

4. Foco no que é mais saudável

Ainda sobre vida saudável, podemos destacar a valorização dos produtos veganos, que ainda não são bem compreendidos e absorvidos por uma parcela da população. No entanto, muitos estabelecimentos voltados ao ramo alimentício já estão a todo vapor com essa tendência.

Cresce o número de padarias e confeitarias que aderiram a esse conceito. O uso de produtos menos processados em doces está cada dia mais valorizado, assim como a substituição do açúcar por adoçantes naturais. Da mesma forma, a adição de ingredientes in natura e legumes no lugar dos doces é uma forma de melhorar a textura e o sabor de sobremesas e lanches.

5. Alimentos que substituem carne

Muitos alimentos à base de vegetais são compostos por proteínas que podem suprir a ingestão diária desse elemento estrutural tão importante na nossa dieta. Segundo o relatório da Whole Foods, lanches como “carne seca” feita de soja, crepes e “bacon chips” de cogumelos tendem a ganhar força como substitutos dos tradicionais lanches à base de carne animal.

A jaca também tem sido usada como alternativa em diversas preparações — graças à sua textura fibrosa, que imita carne bovina e suína. É uma fruta originária do sudeste da Ásia e cultivada em partes da América do Sul e da África. É uma ótima fonte de ferro, vitaminas do complexo B e cálcio.

Sua ingestão como substituta para a carne ajuda na redução de gordura saturada e calorias. Contudo, seu teor de proteína é bem menor, numa proporção de 2,8 gramas por porção contra 21 gramas. Mesmo assim, tem alto valor nutricional e é cultivada em nosso país.

6. Porções para Grab and Go (pegar e levar)

A rotina agitada da vida moderna levou muitas pessoas a optarem por mais conveniência, inclusive, quando o assunto é obter uma refeição mais prática, fresca e saudável já embalada e pronta para o consumo.

Esse segmento tem alto valor e já é muito comum em outros países. No Brasil, é um mercado que precisa avançar e pode ser uma boa alternativa, se bem explorada.

Quem estiver de olho nessa tendência poderá, inclusive, explorá-la em restaurantes para atender a quem não quer passar seu tempo no estabelecimento. Pode parecer contraditório, mas é uma forma inteligente de atrair um público diferente do habitual. Nas feiras, esse nicho também pode funcionar muito bem.

7. Alimentos “livres de”

É forte a adesão aos alimentos sem adição de substâncias que provocam intolerâncias e alergias, como o glúten. Aliás, esse foi o grande precursor desse movimento que não para de crescer, estendendo-se para outras substâncias nocivas a muita gente, como a lactose.

É um nicho que conquistou adeptos de todos os tipos, inclusive um público que não apresenta nenhuma sensibilidade a essas substâncias, mas, mesmo assim, decidiu adotar uma dieta mais leve e menos calórica, por todos os benefícios que ela promete.

8. Frutas tropicais

Todas as frutas são ricas em vitaminas, fibras e carboidratos saudáveis, embora seus perfis nutricionais se diferenciem ligeiramente. Mas se você não aguenta mais ouvir falar em açaí ou se cansou das maçãs, uma boa dica de consumo são as frutas tropicais, como a pitaya, a carambola, o maracujá e a goiaba. Variar de vez em quando é bom, além disso, nosso país tem abundância de frutas desse tipo.

As novas tendências em alimentação são muito interessantes para quem deseja levar uma vida mais leve, prática e saudável, afinal, se você puder comer mais alimentos frescos, crus e livres de aditivos duvidosos, só terá a ganhar. Além do mais, é uma oportunidade de oferecer esses produtos nas feiras para os clientes que gostam de variar o cardápio de frutas.

O que você acha de adotar uma ou mais dessas tendências em alimentação e diferenciar o seu negócio? Para saber mais sobre assuntos relacionados, siga-nos no Facebook, no LinkedIn, no YouTube e no Twitter.

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