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Caminhoneiro

Os segredos do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC)

Transporte Rodoviário de Cargas

O Transporte Rodoviário de Cargas (TRC) é um dos pilares da cadeia produtiva brasileira. Esse processo logístico é fundamental para garantir a entrega de matérias-primas e produtos para clientes e distribuidores.

Trata-se, portanto, de uma parte essencial para a economia do país. Em média, esse modal de transporte corresponde a mais de 60% das operações de movimentação no Brasil.

Ao mesmo tempo, essa modalidade esbarra em certos problemas — inclusive, alguns que prejudicam a produtividade e a eficiência. Somente ao entendê-los é possível desviar e obter a melhor atuação.

O fato é que é preciso ir além de saber como ser caminhoneiro. É importante explorar os detalhes dessa abordagem e reconhecer quais são os aspectos que merecem atenção. Isso favorece o planejamento de atuação e permite aproveitar as principais oportunidades disponíveis nas rodovias.

Para desvendar o potencial e as qualidades do TRC, continue a leitura e veja o que considerar!

1. O transporte rodoviário de cargas no Brasil

Entre os modais de transportes da malha brasileira, o setor rodoviário se destaca. Como obtém a maior participação de mercado, é a opção preferencial para as diversas tarefas da economia brasileira. Mesmo com a instabilidade econômica, por exemplo, o crescimento do transporte rodoviário foi de 0,4%, de 2017 para 2018.

Diante de sua relevância, conhecer o Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil de forma ampla faz toda a diferença. Por isso, veja alguns aspectos que merecem atenção quanto a essa abordagem.

1.1. Extensão da malha

Os maiores investimentos na construção de rodovias aconteceram entre as décadas de 1960 e 1980. O país passava por um processo de transição econômica e, com a interiorização, novas vias foram abertas.

O ritmo diminuiu, mas não estagnou, o que permitiu a conquista de uma malha ampla. Atualmente, o país conta com 1,72 milhão de quilômetros de rodovias. No entanto, apenas 213 mil (ou 12% do total) são pavimentadas.

Os números apontam que o segmento ainda precisa de investimentos específicos para a melhoria do estado físico. Afinal, de 105 mil quilômetros avaliados, 61,8% foram considerados como “regular”, 20,1% como “ruim” e 8,1% como “péssimo”. Somente 38,2% atenderam a critérios de “ótimo” e “bom”.

1.2. Crescimento da demanda

Outro aspecto importante para o Transporte Rodoviário de Cargas tem a ver com a ampliação da demanda sobre essa atividade. Entre 2007 e 2017, o licenciamento de veículos de carga aumentou 78,9%. Com mais elementos na estrada, significa que existe um potencial reforçado de movimentação.

Ao mesmo tempo, o crescimento de infraestrutura não acompanhou tal resultado. A malha federal se elevou em apenas 8,5% de 2007 a 2017. Embora a maior parte se concentre em estradas estaduais e municipais, é possível notar que há uma dificuldade em se equiparar ao desenvolvimento econômico.

1.3. Principais segmentos

Também é interessante considerar como é o comportamento dos setores em relação a esse modal. O transporte de combustíveis, por exemplo, é a melhor opção para os distribuidores em trechos de até 500 quilômetros. Em 2017, o segmento movimentou 136,1 milhões de metros cúbicos, o que representa um aumento de 0,5% comparado a 2016.

Já no transporte de automóveis adquiridos no Brasil o total foi de 1,9 milhão, o que denota um crescimento de 11,8%. O grande destaque fica para o transporte da produção agrícola. Com a supersafra de soja de 2016, o volume transportado cresceu 27,4% e chegou a 237,7 milhões de toneladas.

Além desses, muitos segmentos aproveitam a possibilidade, como e-commerces, indústrias de base e transformação e outros elementos. Com isso, é possível observar uma grande versatilidade de atuação.

2. As legislações rodoviárias de cargas

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) é o principal órgão regulador do Transporte Rodoviário de Carga. Ela foi criada em 2001 e tem, entre outras, a responsabilidade de garantir a melhor atuação nas rodovias brasileiras. Para tanto, há algumas regras que determinam como o processo precisa ocorrer.

Além disso, há outras disposições legais que devem ser respeitadas principalmente pelos caminhoneiros. Para obter bons resultados, portanto, é essencial conhecer todos esses elementos. A seguir, veja quais são as determinações relevantes nesse sentido e entenda o que deve ser obedecido.

2.1. Cargas perigosas

Resolução nº 3.665/2011 da ANTT estabelece os aspectos para o transporte de produtos perigosos. Uma das recomendações é a identificação do veículo e a escolha de equipamentos capazes de oferecer total proteção.

Também é obrigatório realizar uma inspeção na carga e classificar o produto corretamente. Em relação ao acondicionamento, tudo deve ser feito de modo que haja a proteção contra as principais características da movimentação. No caso de elementos inflamáveis, por exemplo, a temperatura deve ser controlada.

Quanto às proibições, não é permitido transportar mais de um produto perigoso ou misturá-lo a alimentos, medicamentos ou componentes de consumo humano ou animal. Também é obrigatório que o motorista tenha atenção no processo e não gere riscos de ignição. Entre os documentos exigidos, estão:

  • documento fiscal referente à operação;
  • Ficha de Emergência dentro da norma;
  • certificado de treinamento do condutor; e
  • certificados referentes ao veículo.

2.2. Cargas vivas

Já as cargas vivas incluem animais ligados à pecuária ou criação de suínos, ovinos e assim por diante. Segundo a Resolução nº 675/2017 do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), há novas regras sobre o tema. As disposições visam obter o bem-estar animal, o que influencia o Transporte Rodoviário de Cargas.

É exigido, por exemplo, que o veículo seja adaptado ou construído para evitar o sofrimento animal. Também tem que se adaptar à espécie transportada, ser resistente e suportar as condições de movimentação.

O espaço deve permitir a circulação de ar e a visualização, ainda que parcial, dos seres vivos. Ao mesmo tempo, é indispensável evitar a fuga ou a liberação de resíduos que atrapalhe as vias públicas. Além de toda a documentação, a lei determina que o conforto da carga viva seja garantido em todo o processo de transporte.

2.3. Motoristas

Além da legislação relacionada aos transportes, é preciso considerar aquelas ligadas aos caminhoneiros. Elas são definidas pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), bem como por determinações específicas de órgãos competentes. O principal objetivo é obter a segurança dos motoristas e da carga de forma geral.

lei do caminhoneiro, como é conhecida a Lei nº 13.103/2015, estabelece algumas condições para a jornada de trabalho. São especificados valores de horas extras, necessidade de cuidado de saúde e atenção aos momentos de repouso.

Por falar nisso, há a lei do descanso, que visa garantir esse cuidado para os motoristas. A finalidade é fazer com que eles tenham o repouso devido, pois isso ajuda a aumentar a segurança e evita os riscos de acidentes.

Tanto a empresa empregadora quanto o próprio profissional devem seguir recomendações específicas que diminuem as chances de acidente. A cada 24 horas, por exemplo, 11 devem ser de descanso. A jornada diária é de 8 horas, com prorrogação máxima de 2 horas.

Há, ainda, a lei do exame toxicológico. O processo tem validade de 60 a 90 dias e deve ser feito em laboratórios credenciados. A etapa é obrigatória para a admissão e desligamento de motoristas, com detecção de substâncias que causem dependência e alterações do organismo. Ele tem frequência mínima de 2 anos e 6 meses e tem o objetivo de aumentar a segurança nas estradas e reduzir o número de acidentes.

3. Os desafios do transporte de cargas

Embora o Transporte Rodoviário de Cargas seja o modelo preferencial no Brasil, há alguns obstáculos associados a essa abordagem. O processo de movimentação nas rodovias ainda sofre com certos problemas, os quais precisam ser contornados da maneira adequada.

De forma ampla, a falta ou a queda de investimentos é um fator determinante e que demandará cada vez mais atenção. Ao mesmo tempo, há outros aspectos que influenciam a atuação de caminhoneiros e de empresas do setor. A seguir, veja alguns aspectos que compõem os principais desafios.

3.1. Calculando os custos logísticos

O transporte rodoviário precisa ser, entre outras coisas, lucrativo. É somente dessa maneira que os motoristas e os empreendimentos conseguem se manter no ramo. Nesse sentido, alguns fatores têm grande influência nos custos apresentados.

A distância é um aspecto determinante, mas não é o único elemento a ser considerado. Para se ter uma ideia, os custos de transporte abocanham 55% dos gastos totais com logísticas. Além disso, os valores completos corresponderam a 12,3% do Produto Interno Bruto (PIB), o que trava a competitividade. Veja alguns pontos que afetam os custos logísticos e entenda quais são os aspectos que demandam atenção.

3.1.1. Qualidade das estradas

Como visto, somente uma pequena parte das rodovias brasileiras está em boa ou ótima condição. Inclusive, das que são federais e pavimentadas, apenas 11,9% têm pista dupla. Isso não apenas diminui a capacidade de transporte, como impede a conquista de uma performance melhor.

Na prática, a baixa qualidade — pavimentação, sinalização e dimensão das pistas — aumenta a probabilidade de incidentes. Então, há uma influência muito grande nos custos do transporte.

Quanto pior for a qualidade da rota a ser utilizada, maiores são os gastos com proteção da carga, manutenção dos veículos e tempo consumido. Também há riscos elevados de acidente e, no final, o valor se torna mais amplo.

3.1.2. Produtividade

Outro problema comum — inclusive, causado pela qualidade das estradas — tem a ver com a produtividade. Em relação aos Estados Unidos, por exemplo, o Transporte de Cargas no Brasil tem apenas 22% do desempenho. O setor, inclusive, tem uma performance pior que o de outros segmentos, como a construção civil e até o transporte aéreo.

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Em parte, isso está relacionado à falta de infraestrutura adequada. Mesmo tão ligado às rodovias, o país ainda não tem um desempenho tão intenso para atender a todas às necessidades.

3.1.3. Combustível

Não dá para ignorar o custo do combustível como um fator que interfere no cálculo do preço de transporte. Esse aspecto não gera apenas o aumento, como ainda traz a imprevisibilidade sobre o total. Com as grandes flutuações, é mais difícil prever ou antecipar os custos referentes a essa etapa.

Nos primeiros 5 meses de 2018, por exemplo, o diesel sofreu uma alta total de 15%. Em relação a julho de 2017, o aumento foi de 37,9%. Tudo isso aponta para o transtorno que pode alterar o cálculo do frete e até a competitividade do negócio.

3.1.4. Manutenção

Não menos importante, existe o impacto das despesas associadas aos valores pagos para manter os veículos com um bom funcionamento. A manutenção do caminhão é um aspecto que deve ser observado, já que interfere em questões ligadas aos custos. A quebra de peças e as adversidades do trânsito levam a manutenções corretivas ou preventivas.

Por outro lado, alguns valores são investimentos. Adquirir uma boa lona para proteger a carga previne problemas muito maiores no futuro e pode ajudar, inclusive, a diminuir o gasto total.

3.2. Evitando roubos de cargas

Outro problema comum está relacionado à segurança nas estradas. A incidência dos efeitos da violência urbana gera perdas e preocupações no setor. Somente em 2018, foram mais de 22 mil roubos de carga em todo o país. A perda acumulada chegou a R$ 2 bilhões entre cargas e veículos.

Com a escalada da violência, é imprescindível buscar formas de lidar com as adversidades. Para tanto, é viável tomar atitudes para evitar o roubo de cargas. A seguir, veja algumas medidas que podem ser adotadas.

3.2.1 Planejamento de rotas

Uma das ações importantes para impedir roubos de carga consiste em realizar um planejamento de rotas. Desse modo, é possível conhecer as características de cada trajeto e o que precisa ser evitado.

O processo inclui entender quais são os caminhos disponíveis de um ponto a outro. A partir disso, deve-se realizar uma avaliação completa. Saiba quantos roubos ocorreram, em média, em cada opção, qual é a que tem melhor sinalização e onde há mais pontos confiáveis de parada.

Com essas respostas, aliadas à otimização de tempo, é possível escolher a alternativa com melhor segurança e máxima eficiência de entrega. Com o planejamento, os riscos de transporte de cargas diminuem.

3.2.2 Rastreamento de transporte

Outra opção conveniente consiste em utilizar recursos voltados para o rastreamento de transporte. Dispositivos de monitoramento ajudam a empresa contratante a acompanhar a entrega com precisão.

Também é um mecanismo que facilita a recuperação de carga roubada. Mediante furto ou assalto, o rastreamento auxilia as autoridades competentes a encontrar o veículo, por exemplo. Desse jeito, a recuperação se torna menos complexa.

Além de diminuir os prejuízos em potencial, é um jeito de garantir um valor de seguro mais em conta. Na prática, é algo que ajuda a contornar os desafios do Transporte Rodoviário de Cargas.

3.2.3. Adequação de comportamento

A forma como um motorista atua também tem grande influência na proteção. É preciso ter um comportamento adequado e que vise à segurança. Uma das dicas consiste em não revelar o que é transportado. Convém dizer que o caminhão está vazio e retornando de um frete. Também vale a pena nunca dar detalhes sobre o transporte para estranhos.

Além disso, é indispensável não ter comportamentos de risco. Evite parar em locais pouco famosos ou iluminados. Também não ofereça carona para desconhecidos para impedir complicações.

4. As oportunidades nos transportes rodoviários de cargas

Ao mesmo tempo que a tarefa encara alguns desafios, há diversas oportunidades que podem ser exploradas. Não são apenas as empresas que podem aproveitá-las, já que os caminhoneiros também devem estar preparados para o que virá. Assim, ocorre um fortalecimento de atuação no segmento.

Ao ficar por dentro de tendências e possibilidades, portanto, há muito mais chances de obter os melhores resultados. A seguir, confira algumas indicações sobre as maiores oportunidades no Transporte Rodoviário de Cargas.

4.1. Tendências em logísticas rodoviárias

Para contornar as dificuldades e aproveitar o setor ao máximo, a logística apresenta determinadas novidades que podem ser exploradas — especificamente, do ponto de vista rodoviário. Conheça algumas das principais a seguir.

4.1.1. Integração com a tecnologia

A tecnologia não está presente apenas nos motores de novos veículos ou no material de uma lona de qualidade: ela também se encaixa na atuação rodoviária de várias formas — e isso se tornará progressivamente intenso.

É o caso de utilizar aplicativos que conectam empresas e motoristas. A obtenção de fretes promete ficar simplificada e oferecer valores especialmente atraentes. Além disso, há a evolução de dispositivos como rastreadores e monitores. É forte a tendência de usar a conexão à internet para conseguir um melhor acompanhamento do desempenho de movimentação.

4.1.2. Otimização do planejamento de logística

Além de tudo, existe uma tendência de modificar a maneira de realizar o planejamento logístico. A ideia é obter uma atuação cada vez mais eficiente, direcionada e capaz de atender a clientes progressivamente exigentes.

A adoção de centros de distribuição e da logística de última milha (last mile) são exemplos que transformam o Transporte Rodoviário de Cargas. Desse modo, é possível ter flexibilidade e conquistar resultados diferenciados.

4.1.3. Entrega no mesmo dia

Por falar nisso, o planejamento logístico robusto está ligado à capacidade de atender às novas exigências. Nesse sentido, uma das demandas tem a ver com as entregas rápidas e altamente eficientes. A entrega no mesmo dia (ou same day delivery) já tem se consolidado como uma tendência.

Nesse caso, é preciso ter profissionais disponíveis e versáteis de modo que seja possível atender à necessidade de vários tipos de carga. Com a otimização dos pontos de distribuição, esse aspecto é especialmente favorecido e os resultados tendem a ser mais satisfatórios — o que justifica a consolidação da tendência.

4.2. Previsões do transporte rodoviário

Especificamente ao falar no Transporte Rodoviário de Cargas, há mudanças que prometem se concretizar com o tempo. O futuro é promissor devido a tantas inovações tecnológicas e à aproximação entre os pontos de partida e de destino.

Para os caminhoneiros, estar preparado para essas mudanças garante a sobrevivência e o merecido destaque no mercado. Na sequência, veja qual será o futuro para o transporte rodoviário.

4.2.1. Busca por sustentabilidade

Diante de uma atenção cada vez maior aos impactos no meio ambiente e ao uso de recursos naturais, a tendência é ter uma sociedade preocupada com a sustentabilidade de forma crescente. Isso também vale para o transporte rodoviário e promete se manifestar de diversas maneiras.

Para os caminhoneiros, especificamente, significa adquirir veículos que ajudem a economizar combustível e que diminuam o impacto da movimentação. Também é o caso de utilizar combustíveis verdes e que auxiliem o planeta.

Não menos importante, haverá uma busca cada vez maior por resultados a respeito de rotas otimizadas e perdas menores. Em relação à infraestrutura, materiais duráveis e úteis, como lonas de proteção, prometem diminuir desperdícios e a exploração de recursos.

4.2.2. Terceirização de logística

A cada dia, as empresas buscam mais reduções de custos e aumento de qualidade. Do ponto de vista do Transporte Rodoviário de Cargas, isso aparece na maneira de terceirização, entre outros elementos.

Nesse sentido, há a busca por operadores que executem tarefas de forma terceirizada, como os motoristas. Em vez de contratos fixos, surge uma tendência de terceirizar a atuação de caminhoneiros. Com regras claras e maior competitividade entre os contatos, há a possibilidade de flexibilizar a atividade e de conquistar bons desempenhos.

Além de tudo, há questões como a economia compartilhada, inclusive por meio de aplicativos. Na prática, é um jeito de obter o máximo aproveitamento sobre os recursos de movimentação.

4.2.3 Aumento de investimentos

Com a evolução da demanda, é natural que o Transporte Rodoviário de Cargas tenha que acompanhar essa ampliação. Do ponto de vista governamental, existe a expectativa de que o futuro surja com um volume maior de investimentos nas estruturas e na segurança de rodovias.

As empresas também investirão na questão logística, justamente para garantir o atendimento às necessidades dos clientes. Para os caminhoneiros, isso significa obter capacitação e recursos melhores para o funcionamento do veículo. A atenção às exigências dos contratantes promete se tornar um fator essencial, o que requer bons investimentos.

O Transporte Rodoviário de Cargas é um dos pilares da economia brasileira e, como tal, demanda atenção. Como caminhoneiro, é indispensável reconhecer os desafios e as oportunidades para conseguir se destacar e consolidar a sua atividade da maneira ideal.

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